quinta-feira, 29 de novembro de 2018

SÃO PAULO, SP: A CASA DO GRITO



A Casa do Grito
Foto: arq. pessoal (2011)

     Pedro Américo foi um artista brasileiro. Para representar a monarquia (brasileira), em 1888 pintou o conhecido quadro "Independência ou Morte". Além de outros artifícios poéticos utilizados no referido quadro (animal errado, cena rural, comitiva modesta, rio invisível), Pedro Américo localizou a cena junto de uma casinha rural que existia perto do local onde estava sendo construído o Museu do Ipiranga. Muito provavelmente a casa não existia no dia do "Grito" (07/09/1822). O documento mais antigo de sua origem é de 1884.  A casinha foi reformada para parecer com aquela que fora pintada no quadro de Pedro Américo, e está localizada no interior do Parque da Independência, em São Paulo, SP.

"Independência ou Morte" (1886-1888) - Pedro Américo
(Ao fundo, à direita, "a casa do grito")
https://www.stoodi.com.br/exercicios/uerj/2010/questao/pedro-americo-independencia-ou-morte-essa-tela-foi-produzida-entre/ 

terça-feira, 20 de novembro de 2018

VITÓRIA, ES: THEATRO CARLOS GOMES


Theatro Carlos Gomes - Vitória, ES
Fonte: arq. pessoal (2013)

     O Theatro Carlos Gomes, projetado em 1925, foi construído entre 1925 e 1927. Seu projeto inicial, inspirado no Teatro Scala, de Milão (Itália) é de André Carloni - italiano radicado no Espírito Santo. O Theatro Carlos Gomes foi construído onde existia, anteriormente, o Teatro Melpômene, o qual sofreu um princípio de incêndio. André Carloni aproveitou todas as colunas de ferro fundido do Teatro Melpômene, e construiu o Theatro Carlos Gomes. Inaugurado em 1927, e com capacidade para 470 pessoas, o Theatro está localizado no centro de Vitória/ES.

(Fonte: https://secult.es.gov.br/teatro-carlos-gomes)

Theatro Carlos Gomes - Placa interna
Fonte: arq. pessoal (2013)

Theatro Carlos Gomes - Vitória/ES (palco)
Fonte: arq. pessoal (2013)

sábado, 3 de novembro de 2018

CAMPOS DO JORDÃO, SP: O PALÁCIO BOA VISTA


O Palácio Boa Vista
Foto: arq. pessoal (2014)

O "Palácio Boa Vista" está situado na cidade paulista de Campos do Jordão. Durante o inverno, é a residência do governador do Estado de São Paulo. Por isso, também é conhecido como "Palácio do Governador". A pedido de Adhemar de Barros, então interventor federal no Estado de SP, sua construção teve início em 1938 e foi concluída somente em 1964. Abrigando um grande acervo de obras de arte, especialmente da arte moderna brasileira produzida no período 1910/1960, em 1970 o Palácio foi declarado "monumento de visitação pública". Sem prejuízo de sua função principal (sede do governo estadual, durante o inverno), o "Palácio-Museu" está aberto à visitação.  

Área interna do Palácio
Foto: arq. pessoal (2014)

Placa afixada na entrada do Palácio
Foto: arq. pessoal (2014)

terça-feira, 30 de outubro de 2018

CURITIBA, PR: ÓPERA DE ARAME


Ópera de Arame - Curitiba, PR
Foto: arq. pessoal (2017)

     "Ópera de Arame" é o nome que se deu a um teatro brasileiro localizado na cidade de Curitiba, capital do Estado do Paraná. Foi construído com tubos de aço e estruturas metálicas. Sua cobertura é feita com placas transparentes de policarbonato. Tem o formato circular. Por estar, quase todo, circundado por um lago, o acesso a ele é feito por uma passarela sobre as águas. Foi projetado pelo arquiteto paranaense Domingos Bongestabs, natural de Castro/PR (1941). Montado em 75 dias, foi inaugurado em 18/03/1992 com capacidade para até 2100 espectadores. Em 2006 foi reformado. Para preservação da estrutura, limitou a entrada para um máximo de 1000 pessoas.  

Palco do Teatro
Foto: arq. pessoal (2017)

Teto do Teatro
Foto: arq. pessoal (2017)


Passarela de acesso ao Teatro
Foto: arq. pessoal (2017)

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

RIBEIRÃO PRETO, SP: O CASARÃO ONDE ESTÁ INSTALADA A "BIBLIOTECA ALTINO ARANTES"



Biblioteca Altino Arantes - Rua Duque de Caxias, 547 -  Ribeirão Preto, SP
Foto: arq. pessoal (19out2018)

     O casarão localizado na Rua Duque de Caxias, 547, no centro da cidade de Ribeirão Preto, foi projetado pelo arquiteto Ramos de Azevedo. Construído em 1932, foi morada do casal Francisco Maximiano Junqueira (conhecido como Coronel Quito Junqueira) e Theolinda de Andrade Junqueira (conhecida como Sinhá Junqueira). O casal não teve filhos. O Coronel faleceu em 1938; sua esposa, em 1954. Em testamento, Sinhá Junqueira dispôs que, após sua morte, o casarão deveria ser destinado à Fundação Sinhá Junqueira (entidade fundada em 1950); e, ainda, que nele deveria funcionar uma biblioteca pública. E assim foi feito: um ano após o falecimento de Sinhá Junqueira, o casarão se tornou uma biblioteca: a Biblioteca Cultural Altino Arantes- hoje com mais de sessenta anos de funcionamento, e com um acervo de mais de 40 mil volumes.
Fontes de pesquisa: (1) "Os Desbravadores" - Vários autores. Organizador: Galeno Amorim. Ed. Palavra Mágica, 2001 
(2) https:// www.revide.com.br/editorias/especial/um-novo-capitulo-biblioteca-altino-arantes/

sábado, 29 de setembro de 2018

FORTALEZA, CE: THEATRO JOSÉ DE ALENCAR



Vista frontal da entrada da Sala de Espetáculos - Theatro José de Alencar
Foto: arq. pessoal (2017)

Sala de Espetáculos - Theatro José de Alencar
Foto: arq. pessoal (2017)

     O Theatro José de Alencar, localizado no centro da cidade de Fortaleza/CE, começou a ser construído em 1908, e foi inaugurado em 17/06/1910. O conjunto é formado por duas construções: a primeira, em alvenaria e pedra, é um "foyer" com dois pavimentos. Na parte posterior, e construída com estruturas metálicas fabricadas em Glasgow, na Escócia, está a sala de espetáculos, propriamente dita. O teatro passou por reformas em 1918, 1938, 1956 e 1974, tendo a mais importante delas ocorrido em 1990/91. A grandiosa sala de espetáculos tem capacidade de acomodação para até 800 pessoas.
(fonte: http://portal.iphan.gov.br/ans.net/tema_consulta.asp?Linha=tc_belas.gif&Cod=1193)

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

RIBEIRÃO PRETO, SP: MONUMENTO AO CENTENÁRIO DA INDEPENDÊNCIA DO BRASIL



Monumento ao Centenário da Independência do Brasil
Foto: arq. pessoal (2018)

     O Obelisco que está no cruzamento da Avenida Independência com a Nove de Julho, em Ribeirão Preto, SP, foi instalado em 07/09/1922. Inicialmente, estava localizado em outro ponto da mesma Av. Nove de Julho. Posteriormente, foi transferido para o local onde hoje se encontra.  É um marco do centenário da Independência do Brasil - daí o seu nome: "Monumento ao Centenário da Independência do Brasil" (também é conhecido como "Obelisco da Independência"). O Monumento foi construído em rocha. Em seu corpo há algumas placas de metal que perpetuam datas, fatos, nomes de autoridades e de empresas colaboradoras.

(Acima) "Autoridades e povo unidos na fé, no amor e no trabalho, em busca do grande porvir ANO DO SESQUICENTENÁRIO Dr. Antônio Duarte Nogueira -Prefeito Municipal; Dr. Marcelino Romano Machado -Presidente da Câmara; Dr. Aderbal Rodrigues Vieira -Diretor do Forum; Cel. Décio Luis Fleury Charmilloy, da 5ª CSM, Comte da Guarnição Militar. Ribeirão Preto, 7 de setembro de 1972 
(Abaixo)"7-9-1922 A festiva data foi saudada com hymnos patrióticos e juramento à bandeira pelos 5 mil alumnos das escolas do Município de Ribeirão Preto")
Foto: arq. pessoal (2018)

(Acima) "Aos Exmos. Drs. João Rodrigues Guião e Francisco da Cunha Junqueira, Prefeito e Presidente da Câmara de Ribeirão Preto, por ocasião do Centenário da Independência do Brasil. Homenagem do Município". (Abaixo) "Ribeirão Preto - Villa em 2-4-1871 - Cidade em 12-4-1899" Foto: arq. pessoal (2018)

"A Companhia Electro-Metallurgica Brasileira inicia no anno do 1º Centenário da Independencia Nacional a indústria siderurgica em Ribeirão Preto" - Foto: arq. pessoal (2018) 

     Dentre as placas de metal, há uma cópia do conhecido trabalho artístico (óleo sobre tela) "Independência ou Morte", da autoria de Pedro Américo, que retrata, sob a visão do pintor, o momento em que d. Pedro I, em 1822, às margens do riacho Ipiranga, em São Paulo, SP, proclamou a Independência do Brasil.

    Reprodução, em placa, do quadro "Independência ou Morte" (1888), de Pedro Américo
Foto: arq. pessoal (2018)